Bullying nas escolas


Relativo ao “Bullying” nas escolas brasileiras é possível afirmar que é um problema tão simples de se resolver quanto à receita de um bolo. Isso se evidencia não só por sua corriqueira prática cotidiana que salta a vista de qualquer profissional de educação, mas também, por um simples diagnostico feito a olho nu, percebe-se que pelo diálogo entre vitima, agressor e coordenação de classe pode chegar a um final onde agrade a todos.

Assim de quem é a culpa? A culpa por mais infeliz que seja é da vitima. Mais quando é deixada ao relento para servir de chacota e bobo da corte, ai meu filho, a culpa é de todos. De qual exemplo eu tirei isso? Do maior massacre que as escolas brasileiras já presenciaram no Rio de Janeiro em realengo. Se perceber bem começou todo o horror pelo jeito estranho do jovem Wellington se comportar, até as humilhações que o jovem passou a sofre pelos alunos de seu colégio. Assim até chegar aquela horrível tragédia que assolou as manchetes de todo o mundo: ”O terrorista do Rio de Janeiro”.

No entanto, pensar em uma escola sem Bullying é utopia, mas mesmo assim vou citar um exemplo pelo qual eu presenciei. Estava cá, eu um jovem professor de matemática, estagiário, em uma escola acompanhando as aulas de um determinado professor, que por questões de ética não citarei os nomes, quando presenciei a frustrante cena, uma turma com duzentos alunos e todos se comunicando, interagindo e conversando saudavelmente, sendo que apenas UM estava solitário, calado naquela multidão. Percebemos que há algo de errado nesta historia, como pode um único aluno está calado de cabeça baixa, timidamente desenhado ou fazendo alguns rabiscos e o resto da turma não nota-lo ou se quer perguntar seu nome. Felizmente para aquele aluno eu estava de estagio naquele horário.

Assim sendo, fui me apresentar ao aluno, disse meu nome, perguntei o dele e era notável que ele era bastante arredio e a cada tentativa minha de falar com ele, ele vinha se esquivando, até que notei que ele tinha um colar dos “Vingadores”, ali, eu percebi, que era o momento de e fundamentar uma amizade, comprei uma revista daquelas de capa dura e levei pra ele no dia seguinte: NOSSA! A reação de entusiasmo dele foi evidente. Ele fez questão de vim até mim perguntar sobre a revista e se eu podia emprestar para ele.

Por fim, considerando o que foi discutido, fica evidente, portanto, que o DIALOGO, a LINGUAGEM e a EMPATIA. São de fundamental importância para esse mal, que quem sofre parece ser até um tema bobo, mas gera uma bola de neve com força devastadora.


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