Poesia do meu carnaval
Como é triste ver minha Belo Horizonte De feiura se cobrir Porque escolheu novamente No carnaval cair E a capital da Bahia? Será que honra o Salvador? Quando o único trio que deveria seguir Seria o Pai, o Filho e o Espírito Santificador? E você Rio de Janeiro? Que apesar de ser tão maravilhosa Consegue ficar uma semana horrorosa Porque se esquece que o Redentor de braços abertos Lá de cima olha pra Sapucaí Mas nada O alegra naquilo que ele vê ali Será que compensa Ser reis Momos por 5 dias E mendigos por 360? E pensar que essa que um dia Foi uma inocente festa de rua Agora não passa de um bando de gente nua fantasiados da utopia mais crua Oh mocidade, Pra que ser tão independente, Volte hoje a ser carente Daquele que claramente, Provou seu amor pela gente, Desfilando com uma Cruz Então, “pule” o carnaval E troque sua alegoria Pela festa santa dAquele que é a mais pura alegria Pastor Lucinho